domingo, 29 de abril de 2012
A avaliação neuropsicológica
A avaliação neuropsicológica é um processo complexo que integra diversas informações a fim de desenvolver uma compreensão sobre as habilidades cognitivas, relações cérebro-comportamento, habilidades sociais e funcionamento da personalidade de um indivíduo.
A entrevista clínica é o primeiro passo e fornece uma visão geral sobre o indivíduo e o seu contexto de vida. São colhidos dados referentes à história pessoal e familiar, informações relacionadas ao desenvolvimento acadêmico e profissional, além de informações sobre o desenvolvimento psicomotor, desenvolvimento da fala, problemas com a puberdade, problemas associados ao envelhecimento e o histórico médico.
A partir dessas informações, o neuropsicólogo monta uma bateria de testes específica para cada pessoa. Em conjunto, os dados da entrevista e os resultados dos testes neuropsicológicos fornecem subsídios para a compreensão da dinâmica cognitiva do indivíduo, revelando as potencialidades e os potenciais a serem desenvolvidos, permitindo ao neuropsicólogo traçar um programa de reabilitação cognitiva / neuropsicológica.
Avaliação neuropsicológica é indicada quando se suspeita de:
1- Condição neurológica (autismo, hidrocefalia, meningite, tumores cerebrais, paralisia cerebral, TDAH, Síndrome de Down etc);
2- Sequela cognitiva decorrente de traumas, acidente vascular cerebral, infecção etc;
3- Dificuldades de aprendizagem e escolares;
4- Dificuldades de memória e atenção;
A avaliação neuropsicológica permite um diagnóstico detalhado das funções cognitvas e é o ponto de partida para o planejamento de intervenções psicológicas, neurológicas e acadêmicas.
REABILITAÇÃO COGNITIVA
A reabilitação cognitiva é uma área de pesquisa e atuação clínica dedicada a desenvolver e aplicar recursos objetivando melhorar a capacidade de pacientes cérebro-lesados em processar e usar informação de modo a ter uma vida mais autônoma e satisfatória. A eficácia da reabilitação cognitiva deve ser avaliada contra o pano de fundo de variações individuais, que envolvem fatores como diferenças na organização cerebral, natureza, localização e a extensão da lesão, tempo desde a lesão, idade, saúde geral e nível de funcionamento anterior à lesão. A lesão cerebral pode ser acompanhada de disfunções físicas, intelectuais, emocionais, sociais e vocacionais. O paciente pode apresentar perturbações em habilidades sociais, de fala, escrita, memória, planejamento de ações e coordenação de movimentos. A configuração dos distúrbios do paciente depende da natureza da lesão, de sua extensão e localização. Por exemplo, lesões frontais tendem a resultar em distúrbios de função executiva; lesões temporais, em distúrbios de memória.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Cartões de Atividades Sensoriais
Todos nós usamos atividades sensoriais para regular o nível de excitação no nosso dia-a-dia.
Aprenda algumas estratégias de modulação. Se você tem uma criança que precisa de ajuda de modulação, aqui estão algumas atividades simples sensoriais
Pressão profunda com a bola, almofadas ou travesseiros em cima do corpo. Atividades sesnsorias que são calmantes para sistema nervoso
Canto aconchegante como canto da sala, atrás do sofá,debaixo da mesa com várias almofadas ou um cobertor.Ajuda acalmar a criança
Atividades sensoriais que oferecem um grande input proprioceptivo.Pular em cima de várias almofadas ou puff grande. Ajuda na organização do comportamento.
Pular, Correr e Saltitar são tipos de atividades para aumentar o nível alerta.
Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Paralisia cerebral: Estimulação da Visão
Atividade 1:
Material: Fotografias, recorte de revistas, folhas de papel, canetinhas, cola.
Faça um caderno dobrando as folhas de papel. Ajude então a criança a colar nas folhas as figuras. Peça para que ela identifique o que está colando, e registre logo abaixo.
Atividade 2:
Material: Sala escura e lanterna.
Com a lanterna acesa, ilumine objetos e partes do corpo da criança e do seu, chamando a atenção dela sobre o que está sendo iluminado. Peça para nomear o que vê.
Atividade 3:
Material: Canudos de papel toalha ou higiênico e papéis celofane de cores diferentes.
Use os canudos como lunetas e mostre objetos para a criança pedindo que olhe-os através delas. Depois cole o celofane em uma das pontas e peça para olhar de novo. Comparem o que viram.
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Atividade 4:
Material: óculos escuros.
Saia com a criança na luz do dia e depois coloque os óculos escuros nela. Conversem sobre as diferenças observadas.
Atividade 5:
Material: papéis celofane de cores diferentes.
Num local iluminado, coloque em frente aos olhos da criança, papéis celofane de diferentes cores, para que ela perceba as mudanças que acontecem, relacionadas a cor.
Atividade 6:
Material: Bijuterias, chapéus, perucas,óculos, roupas extravagantes.
Apresente-se à criança vestido normalmente. Saia da sala e escolha um dos apetrechos selecionados e coloque-o. Apresente-se novamente à criança e peça para ela mostrar o que há de diferente em você.
Atividade 7:
Material: água e sabão.
Faça bolhas de sabão para que a criança as observe e siga seu trajeto. (Caso a criança também vá fazer as bolhas, cuidado para que não haja ingestão do líquido com sabão!!!!)
Atividade 8:
Material: Dois ou mais brinquedos ou outros objetos.
Apresente os brinquedos à criança. Tape-lhe os olhos. Retire um deles.peça para a criança tentar adivinhar que brinquedo está faltando. Inverta os papéis e peça que ela esconda para que você adivinhe.
Rodrigues, Maria de Fátima A. e Miranda, Silvana de Moraes. A estimulação da criança especial em casa. Entenda o que Acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você Pode Atuar sobre Ele. Belo Horizonte: Atheneu 2005, 183p
Leia mais: http://paralisiacerebral.webnode.com.br/orienta%c3%a7%c3%b5es%20fonoaudiologicas/estimula%c3%a7%c3%a3o%20da%20vis%c3%a3o/
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Material: Fotografias, recorte de revistas, folhas de papel, canetinhas, cola.
Faça um caderno dobrando as folhas de papel. Ajude então a criança a colar nas folhas as figuras. Peça para que ela identifique o que está colando, e registre logo abaixo.
Atividade 2:
Material: Sala escura e lanterna.
Com a lanterna acesa, ilumine objetos e partes do corpo da criança e do seu, chamando a atenção dela sobre o que está sendo iluminado. Peça para nomear o que vê.
Atividade 3:
Material: Canudos de papel toalha ou higiênico e papéis celofane de cores diferentes.
Use os canudos como lunetas e mostre objetos para a criança pedindo que olhe-os através delas. Depois cole o celofane em uma das pontas e peça para olhar de novo. Comparem o que viram.
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Atividade 4:
Material: óculos escuros.
Saia com a criança na luz do dia e depois coloque os óculos escuros nela. Conversem sobre as diferenças observadas.
Atividade 5:
Material: papéis celofane de cores diferentes.
Num local iluminado, coloque em frente aos olhos da criança, papéis celofane de diferentes cores, para que ela perceba as mudanças que acontecem, relacionadas a cor.
Atividade 6:
Material: Bijuterias, chapéus, perucas,óculos, roupas extravagantes.
Apresente-se à criança vestido normalmente. Saia da sala e escolha um dos apetrechos selecionados e coloque-o. Apresente-se novamente à criança e peça para ela mostrar o que há de diferente em você.
Atividade 7:
Material: água e sabão.
Faça bolhas de sabão para que a criança as observe e siga seu trajeto. (Caso a criança também vá fazer as bolhas, cuidado para que não haja ingestão do líquido com sabão!!!!)
Atividade 8:
Material: Dois ou mais brinquedos ou outros objetos.
Apresente os brinquedos à criança. Tape-lhe os olhos. Retire um deles.peça para a criança tentar adivinhar que brinquedo está faltando. Inverta os papéis e peça que ela esconda para que você adivinhe.
Rodrigues, Maria de Fátima A. e Miranda, Silvana de Moraes. A estimulação da criança especial em casa. Entenda o que Acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você Pode Atuar sobre Ele. Belo Horizonte: Atheneu 2005, 183p
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Paralisia cerebral:Estimulação Olfativa / Gustativa

Atividade 1:
Material: Algumas porções de alimentos de diversos sabores diferentes num prato. (Azedo, amargo, doce e salgado.)
Dê para que a criança cheire e depois prove, cada um dos sabores. Nomeie-os e comente o que ela deve estar sentindo, peça que ela comente. Entre a degustação de um sabor e outro ofereça-lhe água, para que os sabores não sejam misturados.
Atividade 2:
Material: Frutas diversas.
Apresente cada fruta para a criança cheirar e explorar. Descasque-as e pique-as. Deixe que ela prove cada uma delas, separadamente. Faça comentários, e no final, juntem todos os ingredientes, fazendo uma deliciosa salada de frutas.
Atividade 3:
Material: ingredientes de uma receita ( cachorro quente, brigadeiro, pão com manteiga, leite com chocolate, etc.
Apresente separadamente cada ingrediente para cheirar e provar. Façam juntos a receita e saboreiem o produto final.
Atividade 4:
Material: Álcool e água.
Deixe que a criança sinta o cheiro de cada uma das substâncias. Ressalte que as tem aspecto semelhante, mas cheiro diferente.
Rodrigues, Maria de Fátima A. e Miranda, Silvana de Moraes. A estimulação da criança especial em casa. Entenda o que Acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você Pode Atuar sobre Ele. Belo Horizonte: Atheneu 2005, 183p
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Paralisia cerebral: Estimulação Tátil
Atividade 1:
Material: Retalhos de tecido, cereais de vários tipos, objetos secos e molhados, de diferentes exturas, consistências, temperaturas,etc.
Apresente os matérias à criança. Deixe-a observá-los e auxilie-a a senti-los (passe-os em seu rosto, pés, mãos, barriga, etc.)Faça comentários acerca do que são, das suas características e das sensações percebidas. Fique atento para que seja dado tempo suficiente para que a criança aproveite realmente cada um dos estímulos.
Atividade 2
Material: farinha de trigo, sal, anilina comestível ou refresco em pó água até dar ponto.
Apresente cada um dos ingredientes à criança separadamente. Juntem os ingredientes e façam uma massinha de modelar. Depois de pronta brinquem à vontade.
Atividade 3:
Material: Cartolina e tinta.
Deixe a criança espalhar a tinta livremente sobre a cartolina. Deixe que a criança se acostume com a tinta aos poucos. Caso ela não goste do contato, peça para colocar a tinta na sua mão e você pinta o papel, ou use colher, pincel para espalhar a tinta.
Atividade 4:
Material: Caixa de sapato, materiais diversos (pedaços de tecido, algodão, tampinha de garrafa, pedaços de lixa,pedrinhas, papel amassado, esponja, etc.)
Faça um buraco numa das extremidades da caixa de sapato. Apresente os objetos escolhidos, um a um, à criança, deixando-a senti-los. Coloque-os, então, dentro da caixa e tampe-a. Faça com que a criança coloque a mão no buraco para sentir os objetos que estão lá dentro. Questione-a quanto às sensações que está percebendo.

Atividade 5:
Material: areia
Faça com que a criança manuseie livremente a areia. Comente com ela a respeito da textura, temperatura e do peso da areia, apalpando-a e pegando-a, etc. Mostre-lhe diversas maneiras de brincar com a areia. Ajude a criança a perceber que quando a areia está úmida, podemos construir castelos, bolos e outras formas e que, quando ela está seca, sua consistência é diferente e não conseguimos brincar da mesma maneira.
Atividade 6:
Material: Cartolina, cola, palitos de fósforos e de sorvete, sementes, grãos, canudos, casca de ovo, tampinhas, pedaços de lão, linha, barbante, pedaços de papel ou tecido, botões, etc.
Auxilie a criança na exploração organizada dos materiais separados para a confecção da atividade. Ajude-a a passar cola na cartolina e a colar os materiais que ela escolher para formar o que desejar. Depois de pronto, deixe-a explorar novamente as texturas
Rodrigues, Maria de Fátima A. e Miranda, Silvana de Moraes. A estimulação da criança especial em casa. Entenda o que Acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você Pode Atuar sobre Ele. Belo Horizonte: Atheneu 2005, 183p
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Material: Retalhos de tecido, cereais de vários tipos, objetos secos e molhados, de diferentes exturas, consistências, temperaturas,etc.
Apresente os matérias à criança. Deixe-a observá-los e auxilie-a a senti-los (passe-os em seu rosto, pés, mãos, barriga, etc.)Faça comentários acerca do que são, das suas características e das sensações percebidas. Fique atento para que seja dado tempo suficiente para que a criança aproveite realmente cada um dos estímulos.
Atividade 2
Material: farinha de trigo, sal, anilina comestível ou refresco em pó água até dar ponto.
Apresente cada um dos ingredientes à criança separadamente. Juntem os ingredientes e façam uma massinha de modelar. Depois de pronta brinquem à vontade.
Atividade 3:
Material: Cartolina e tinta.
Deixe a criança espalhar a tinta livremente sobre a cartolina. Deixe que a criança se acostume com a tinta aos poucos. Caso ela não goste do contato, peça para colocar a tinta na sua mão e você pinta o papel, ou use colher, pincel para espalhar a tinta.
Atividade 4:
Material: Caixa de sapato, materiais diversos (pedaços de tecido, algodão, tampinha de garrafa, pedaços de lixa,pedrinhas, papel amassado, esponja, etc.)
Faça um buraco numa das extremidades da caixa de sapato. Apresente os objetos escolhidos, um a um, à criança, deixando-a senti-los. Coloque-os, então, dentro da caixa e tampe-a. Faça com que a criança coloque a mão no buraco para sentir os objetos que estão lá dentro. Questione-a quanto às sensações que está percebendo.

Atividade 5:
Material: areia
Faça com que a criança manuseie livremente a areia. Comente com ela a respeito da textura, temperatura e do peso da areia, apalpando-a e pegando-a, etc. Mostre-lhe diversas maneiras de brincar com a areia. Ajude a criança a perceber que quando a areia está úmida, podemos construir castelos, bolos e outras formas e que, quando ela está seca, sua consistência é diferente e não conseguimos brincar da mesma maneira.
Atividade 6:
Material: Cartolina, cola, palitos de fósforos e de sorvete, sementes, grãos, canudos, casca de ovo, tampinhas, pedaços de lão, linha, barbante, pedaços de papel ou tecido, botões, etc.
Auxilie a criança na exploração organizada dos materiais separados para a confecção da atividade. Ajude-a a passar cola na cartolina e a colar os materiais que ela escolher para formar o que desejar. Depois de pronto, deixe-a explorar novamente as texturas
Rodrigues, Maria de Fátima A. e Miranda, Silvana de Moraes. A estimulação da criança especial em casa. Entenda o que Acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você Pode Atuar sobre Ele. Belo Horizonte: Atheneu 2005, 183p
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domingo, 22 de abril de 2012
Movimento Down - Terapia Ocupacional - de 0 a 2 anos

Neste período, a relação entre mãe e bebê, e família e bebê, é essencial para a constituição e amadurecimento desta criança. Esta fase é rica em transformações e é quando o bebê amadurece neurologicamente e inicia seu processo emocional. As experiências vividas nesssa fase da vida contibuem imensamente para a constituição da personalidade e das primeiras experiências motoras e cognitivas, que terão papel primordial na relação que ele estabelecerá com o ambiente nas idades e fases futuras.
Esta fase é chamada por Piaget como período sensoriomotor, pois é quando a criança desenvolve sua inteligência prática e sua noção de mundo é construída por meio da percepção e da ação. Essas primeiras interações são fundamentais no desenvolvimento do pensamento, da cognição e da percepção.
A criança com síndrome de Down vai desenvolver sua discriminação sensorial como qualquer outra criança, por meio de suas vivências diárias. Mas se elas tiverem a chance de variar essas experiências a cada dia, vão desenvolver de maneira mais adequada habilidades de antecipação, identificação e ajuste das musculaturas das mãos e braços.
O que é importante nesta fase? Ideias e sugestões
- Aproximar pernas e braços da criança quando ela está deitada
- Pendurar um móbile, feito com formas grandes, tecidos coloridos e diferentes texturas, a uma altura de 30 cm da criança deitada, no berço
- Deixar a criança viver diferentes experiências sensoriais usando objetos do dia a dia, como cascas de frutas, esponjas com diferentes texturas, deixar que o bebê sinta no corpo sensações de diferentes materiais

- Explicar a rotina para a criança, conversar com ela durante as atividades diárias
- Aproximar o rosto da mãe do rosto do bebê. O rosto apresenta várias formas e cores, e o bebê vai acompanhar e notar as mudanças, como um batom, por exemplo
- Ajudar o bebê a tocar os dedos do pé
- Trabalhar com o bebê que ainda não se senta sozinho com apoio em cadeirão ou cadeirinha de carro. Pode-se usar toalhas enroladas para apoiá-lo, impedindo que caia para o lado
- Trabalhar com a criança sentada, no meio das pernas da mãe, estimulando que traga o brinquedo para o meio e os passe de uma mão para a outra
- Esconder objetos que interessam a criança e estimulá-la a procurar (“Achou!”), para estimular a compreensão da permanência, ou seja, mostrar que o objeto continua lá, mesmo quando não o vemos
- Permitir que a criança fique com os parentes quando a família está reunida
- Deixar a criança com a mãe enquanto ela estiver cozinhando, para que ela possa mexer na comida, sentir cheiros e texturas, obviamente, com atenção à segurança
- Expor a criança a estímulos diferenciados. Mostrar coisas que ela não conhece, como por exemplo, levá-la a um jardim e deixar que brinque na grama, com flores e troncos de árvores
- Colocar brinquedos a uma certa distância, para estimular a criança a se arrastar até eles
- Posicionar brinquedos ao lado do bebê para estimular a lateralidade, reação de apoio e descarga de peso nos braços
- Colocar objetos e brinquedos em uma mesa baixinha, estimulando a criança a ficar em pé e liberar os braços
- A partir de um ano de idade, mostrar para a criança a função dos objetos do dia a dia, como por exemplo, mamadeira, bola, telefone
- Trabalhar ações de causa e consequência para que a criança aprenda que tem influência sobre o meio. Existem brinquedos que trabalham isso, como os que têm botões que você aperta provocando uma ação (música, ou um boneco que pula de uma caixa, por exemplo)
- Propor atividades em que a criança coloque e tire brinquedos de dentro de uma caixa ou lata
- Brincar de empilhar blocos e copos, ou de colocar copos um dentro do outro

- Trabalhar a coordenação motora e a relação de tamanho entre os objetos e cores com argolas que são colocadas em um eixo
- Oferecer à criança livros infantis com figuras grandes e diferentes texturas, deixar que ela os manuseie
- Usar gelatina para mostrar a transformação do material, e a possibilidade de a criança explorá-lo e experimentá-lo
- Estimular a criança a se alimentar sozinha pegando pedaços de frutas com as mãos; usar a colher com a supervisão de um adulto
- Estimular a criança a segurar a mamadeira ou o copo infantil sozinha, com as duas mãos, bem como a caixinha de suco ou achocolatado
- Pedir ajuda da criança na hora de trocar a roupa, por exemplo, deixando que ela faça parte sozinha e pedir à criança que termine de tirar uma peça de roupa, como por exemplo, o casaco ou o último braço da camiseta
(Fonte: Guia do bebê com síndrome de Down – dr Zan Mustacchi)
Movimento Down-Terapia Ocupacional - de 2 a 5 anos

Nesta fase da vida, surge a função simbólica, que permite o surgimento da linguagem, do desenho, da imitação. Neste momento, a criança passa a ser capaz de construir a imagem mental de um objeto, mesmo que ele não esteja mais lá.
Nesta fase também, a criança passa a explorar e conhecer outros ambientes, que vão além do familiar. Ela começa a se socializar, poderá ir à escola ou creche e o aprendizado toma outra forma. É importante que, nesta fase, comece a se dar limites para a criança, pois ela já consegue esperar por determinada situação. Os conceitos de tempo e espaço passam a fazer mais sentido.
Pode-se ainda estimular a criança a expressar suas necessidades, construir brincadeiras e ter acesso a brinquedos que a ajudem a entender melhor o mundo. Sua independência e autonomia começam a se desenhar nessa fase e são fundamentais para o futuro, quando ela estiver na escola, e na adolescência.
Também nessa fase, ela começa a aprender noções de higiene. A idade varia, mas vale começar a ensinar a criança a usar o banheiro. Mas, atenção: o processo pode ser longo e requer paciência e planejamento dos pais. E se a criança responder de modo muito negativo, evite uma guerra, adiando o treinamento.
Também é nessa idade que ensinamos às crianças a tomar banho sozinhas. Você pode pegar uma esponja e um boneco na hora do banho, para que a criança aprenda lavando o boneco. Depois, vá nomeando as partes do corpo que a criança deverá lavar sozinha. Tomar banho, escovar os dentes e pentear o cabelo sozinho são atividades que requerem, inicialmente, supervisão e devem ser ensinadas do mesmo jeito: primeiro, vendo os outros, depois fazendo em bonecos e depois em si mesmo.
A sociabilização também é muito importante nessa fase. Aprender regras sociais, dividir brincadeiras, pedir e emprestar brinquedos são parte deste processo. Fale com a criança e estimule-a a contar suas experiências. Preste atenção no que ela fala, valorize o que está falando. Use sempre “obrigado” e “por favor” quando falar com a criança, inclua-a na conversa sempre que possível e evite responder por ela.
A estimulação nessa fase também é riquíssima em atividades lúdicas. Música, dança, pintura, argila e massinha são algumas das atividades prazerosas que auxiliam no desenvolvimento motor e intelectual.
Brincar de faz-de-conta, contar histórias e ajudar a criança a lembrar o que foi feito durante o dia também são atividades muito importantes para a memória e ajudarão a criança a não fazer as coisas mecanicamente.
O que é importante nessa fase? Ideias e sugestões
- Use brinquedos de causa e efeito, estimule a criança a entender que suas ações têm consequências diretas sobre o ambiente
- Use brinquedos que reproduzam atividades cotidianas, como panelinhas, frutas e bichinhos, mostre-lhe como essas coisas funcionam
- Estimule a criança a identificar o outro objeto, o igual, para ajudá-la a trabalhar o conceito de igual e diferente, que serão importantes para a continuidade do aprendizado
- Ofereça massinha para a criança brincar, com moldes geométricos, de formas de bichos etc
- Apresente encaixes de formas geométricas, associação entre cores e formas, trabalhe conceitos de tamanho (grande-pequeno), formas (círculo, quadrado, triângulo), dentro e fora
- Estimule a criança a imitar gestos, fazer gestos acompanhando músicas infantis e, pouco a pouco, dispense os modelos e deixe-a fazer os gestos por iniciativa própria

- Estimule a criança a explorar o brinquedo de forma mais elaborada, como virar o objeto, cheirar, apertar e sentí-lo com as duas mãos, separar e retirar peças, ouvir o som que o brinquedo produz, chacoalhá-lo. Evite que a criança coloque o brinquedo na boca ou o jogue para longe como única forma de exploração
- Deixe que a criança tenha uma participação maior nas atividades diárias, peça ajuda na hora de colocar a roupa e peça que lave as mãos e se ensaboe na hora do banho. Ajude a criança, mas não faça por ela. Divida as atividades em partes.
- Estimule a criança a desenhar no papel ou num quadro negro, ofereça giz de cera ou normal em tamanhos menores, para desenvolver o movimento de pinça dos dedos
- Leia livros infantis para a criança e estimule-a a recontar as histórias. No começo, leia histórias curtas.
- Dê oportunidade para que a criança brinque na areia, fazendo castelos ou bolos de areia, usando balde, pá, etc
- Mostre o máximo estímulos diferentes para a criança e permita que ela tenha diferentes experiências que vão facilitar seu aprendizado ao longo da vida
- Desde sempre, crie rotinas para a criança e organize o ambiente do qual ela faz parte. Insista que ela conclua as atividades e guarde os brinquedos ao fim.
(Fonte: Guia do bebê com síndrome de Down – dr Zan Mustacchi)
Movimento Down - Terapia Ocupacional e estimulação

A síndrome de Down se caracteriza por um atraso no desenvolvimento das funções motoras e das funções intelectuais, mas apesar de ter alguns aspectos comuns, cada indivíduo é diferente e vai apresentar um padrão distinto de desenvolvimento. O terapeuta educacional pode ajudar as pessoas com síndrome de Down a desenvolver, recuperar ou manter habilidades que elas precisam para viver o dia a dia e desempenhar as chamadas atividades da vida diária, levando em conta as particularidades de cada indivíduo, bem como o ambiente em que vivem. Essas habilidades podem incluir, no caso de crianças, comer com colher, beber no copo, usar o banheiro e brincar com brinquedos apropriados para a sua idade, entre outras.
Com as crianças, em particular, o terapeuta ocupacional procura atuar tanto na estimulação e aquisição de habilidades motoras finas, intelectuais e afetivas como na casa em que a criança vive com sua família. O terapeuta ajuda a criança com síndrome de Down a se relacionar com o meio, intermediando e facilitando esse encontro – ou seja, ele é um especialista em ajudar as famílias a adaptar o ambiente para que a criança possa “funcionar” com confiança e segurança e se integrar à vida familiar.
(Fontes: Guia do bebê com síndrome de Down – dr. Zan Mustacchi e Babies with Down Syndrome – A New Parent’s Guide – Susan J. Skallerup)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
DESENVOLVIMENTO SENSORIAL DA CRIANÇA

As crianças aprendem sobre o mundo ao seu redor no início principalmente através de seus sentidos. Os sentidos incluem:
- visão
- audição
- olfato(cheiro)
- gustação(gosto)
- tato/proprioceptivo (tocar,sentir)
- vestibular (movimento/equilibrio)
Um bebê aprende a sentar, engatinhar, ficar de pé e andar. As crianças continuam a aprender a manter o equilíbrio como correr, pular, saltitar, subir e descer escadas, praticar esportes e participar de outras atividades através dos sentidos.
A criança está desenvolvendo seus sentidos antes mesmo do nascimento. Os bebês recebem estímulos sensoriais do mundo ao seu redor, mesmo quando dentro do útero da mãe. Desenvolvimento Sensorial da criança é um processo contínuo. O cérebro aprende a receber os impulsos dos sentidos, a fim de interagir com o ambiente ao seu redor. O Desenvolvimento Sensorial da criança é parte integrante de ensinar a criança a aprender ao longo da vida.

Os bebês exploram o mundo através dos seus sentidos. À medida que crescem eles usam todos os seus sentidos. Eles começam a reconhecer o cheiro de suas comidas favoritas. Um bebê responde a voz da mamãe ou papai. Crianças gostam de tocar. Eles tentam pegar suas roupas e seus brinquedos favoritos. As crianças continuam a usar seu senso de paladar para adquirir um amor para alguns alimentos e uma aversão aos outros.
Os bebês aprendem a fazer descobertas através dos seus sentidos - formação das vias de desenvolvimento de novos neurônios em seu cérebro. Quanto mais se aprende, mais eles reforçam as vias que já possuem. Desenvolvimento Sensorial da criança é uma parte importante do desenvolvimento do cérebro.

Incentive seu filho!
Faça o possível para que seu filho tenha segurança para explorar o mundo em que vivem através de seus vários sentidos.

Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/DESENVOLVIMENTO%20SENSORIAL%20DA%20CRIAN%C3%87A
Desenvolvimento Motor e perceptivo
Todo movimento voluntário envolve um elemento de percepção. Desde o nascimento, as crianças aprendem como interagir com o seu ambiente e essa interação é um processo perceptivo e, também, motor.
Aos dois anos os aspectos anatômicos e fisiológicos dos olhos estão completos, mas as habilidades perceptivas não estão completas. As crianças pequenas são capazes de fixar os olhos em objetos,acompanhá-los e fazer avaliações de tamanho e forma, contudo precisam de muitos refinamentos.
O desenvolvimento motor é influenciado pela acuidade visual, a percepção de imagens em nível plano, a percepção de profundidade e a coordenação visual-motora.
As habilidades visual-perceptivas em crianças são restritas se comparadas às dos adultos. Esse processo não é totalmente inato, portanto quanto mais experiências de aprendizado motor perceptivo tiverem mais fácil será desenvolver certa plasticidade de reação à várias situações motoras. Restrições ambientais podem atrasar o aprendizado motor-perceptivo das crianças.
Percepção significa saber ou interpretar informações, é o processo de organizar informações novas com informações já armazenadas, o que leva a um padrão de reação modificado.
O desenvolvimento motor perceptivo pode ser descrito como um processo para se obter especialização crescente e habilidade funcional que funciona em um ciclo:
Informações sensoriais - recepção de estímulos (visuais, auditivos, táteis...)
Integração sensorial - organização desses estímulos na memória.
Interpretação motora - tomada de decisão baseada na combinação de informações presentes e da memória.
Ativação motora - execução do movimento.

Aqui vão algumas dicas que podem ajudar a perceber se seu filho apresenta algum disfunção de percepção motora.
- Acuidade visual: habilidade de distinguir detalhes em situações estáticas e dinâmicas.
- Percepção figura-fundo: habilidade de separar um objeto do que está à sua volta.
- Percepção de profundidade: habilidade de julgar a distância relativa a si mesmo.
- Coordenação visual e motora: habilidade de integrar o uso dos olhos e das mãos para acompanhar e interromper a observação de um objeto.
Se seu filho apresenta alguns dos aspectos abaixo procure a orientação de um profissional especializado em crianças.
1. Tem dificuldade em atingir ou manter equilíbrio
2. Parece desajeitado
3. Não consegue conduzir bem o corpo em movimento
4. Parece desajeitado em situações que requerem coordenação
5. Não distingue prontamente direita de esquerda
6. Troca letras e números com freqüência
7. Tem dificuldades de fazer alterações no movimento
8. Tem dificuldade de fazer combinações de movimentos simples
9. Colide com objetos e outras pessoas
10. Tende a ser propenso a acidentes
11. Tem coordenação olho-mão insuficiente
12. A aparência geral é pobre
13. É desatento
14. Tem dificuldades de se comunicar
15. Postura corporal pobre
16. Tem dificuldades de lidar com escadas
Fonte:Denise Carceroni,Desenvolvimento motor perceptivo
Dicas de Atividades Sensoriais

Propriocepção é o sentido que faz com que nosso cérebro desenvolva um mapa interno do corpo (partes dos nossos músculos e articulações percebem a posição do nosso corpo e mandam essa informação para o cérebro). Dependemos dessa informação para saber exatamente onde as partes do nosso corpo estão e para planejar movimentos.
A maioria das pessoas ignora a existência desse sentido. Isso é um problema particularmente sério quando ele não funciona bem. Se nem ao menos temos consciência de que o sentido existe, é muito difícil entender problemas relacionados a ele.

A criança pode se sentir desajeitada, frustrada e até sentir medo em algumas situações. Por exemplo, pode ser muito assustador descer escadas se você não sabe onde estão os seus pés. O sistema proprioceptivo é ativado através de atividades de puxar/empurrar, pular e atividades que envolvem resistência, peso e pressão firme ou toque profundo

Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/
terça-feira, 17 de abril de 2012
A Evolução do Desenho Infantil
O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, e ela sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu. No decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo o prolongamento de movimentos rítmicos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação, e podem estar se referindo a objetos naturais, objetos imaginários ou mesmo a outros desenhos.
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio.

• De 1 a 3 anos
-É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão.
-As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes.
-figuras humanas com cabeça e olhos.

• De 3 a 4 anos
-conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo.
-respeita melhor os limites do papel.
-desenho um ser humano com pernas, braços, pescoço e tronco.

• De 4 a 5 anos
-É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais
-varia no uso das cores, buscando um certo realismo.
-figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a -distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha.
-Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.

• De 5 a 6 anos
-Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim.
-figuras humanas aparecem vestidas
-grande atenção a detalhes como as cores.
-Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.

• De 7 a 8 anos
-O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância.
-Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.
O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.
Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/A%20Evolu%C3%A7%C3%A3o%20do%20Desenho%20Infantil
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio.

• De 1 a 3 anos
-É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão.
-As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes.
-figuras humanas com cabeça e olhos.

• De 3 a 4 anos
-conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo.
-respeita melhor os limites do papel.
-desenho um ser humano com pernas, braços, pescoço e tronco.

• De 4 a 5 anos
-É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais
-varia no uso das cores, buscando um certo realismo.
-figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a -distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha.
-Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.

• De 5 a 6 anos
-Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim.
-figuras humanas aparecem vestidas
-grande atenção a detalhes como as cores.
-Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.

• De 7 a 8 anos
-O realismo é a marca desta fase, em que surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância.
-Extremamente exigentes, muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.
O importante é respeitar os ritmos de cada criança e permitir que ela possa desenhar livremente, sem intervenção direta, explorando diversos materiais, suportes e situações.
Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/A%20Evolu%C3%A7%C3%A3o%20do%20Desenho%20Infantil
Nutrição Holística - O papel da alimentação no Câncer de Mama.

O assunto escolhido hoje é considerado por mim de grande importância. O câncer de mama. No Brasil o Câncer de mama é o câncer mais freqüente entre as mulheres.
Mas porque devemos considerar a alimentação nestes casos? É importante levar em conta que 30% das causas de câncer são decorrentes de fatores dietéticos, ou seja, se as pessoas mantivessem hábitos alimentares conscientes é possível que tivéssemos uma redução na incidência nos casos de câncer de mama em até 30%.
Agora pare e pense. Estes dados não são suficientes para nos fazerem refletir e pensar até que ponto uma alimentação abundante de desregrada é válida apenas pelo prazer momentâneo? Prestem atenção, não estou sendo radical e alegando que devemos apenas comer coisas saudáveis e deixar o prazer de lado. Momentos de prazer são importantes na vida e a alimentação faz parte disso, mas tudo que é em excesso não traz benefícios para o nosso organismo. E ainda tenho mais um boa notícia, podemos tornar a alimentação saudável bem gostosa e atraente. Se você acompanha o blog, já deve ter visto várias dicas. Se ainda não viu, comece a acompanhar e se divirta! =)
Bom, voltando ao tópico do dia. O Câncer de mama. Vamos entender agora como a alimentação pode prevenir o surgimento desta doença!
Um alimento além de nutrir pode ser considerado Funcional, ou seja, pode exercer ações promotoras para o bom funcionamento do organismo, como redução e prevenção ao risco de doenças.
Quais alimentos são aliados?
Ômega 3
Estudos têm mostrado que o ômega 3 inibe a formação do câncer de mama, assim como as metástases. Por apresentar efeito inibidor da proliferação celular em linhagens de células cancerígenas do tecido mamário.
Ao se comparar países, nota-se uma redução na incidência de neoplasia mamaria (câncer de mama) naqueles que apresentam um maior consumo de ômega 3, principalmente de óleo de peixe, como os países asiáticos.
Fontes de Ômega 3:
Salmão, atum, sardinha, cavalinha, óleos vegetais (girassol, macadâmia, linhaça).
Fibras:
É fato que dietas ricas em fibras estão associadas com a alteração da flora colônica, ou seja, ajudam a regular o intestino. Além disso, a ingestão de frutas, legumes e verduras diariamente promove um equilíbrio corporal, tornando o funcionamento das células mais eficaz e correto. Reduzindo desta maneira o risco de câncer. Para finalizar, alguns artigos científicos são convincentes ao demonstrar que mulheres com uma dieta rica em frutas e vegetais têm um risco reduzido em desenvolver Câncer de mama.
Vitaminas e Minerais:
Dentre todas as vitaminas e minerais os que merecem destaque são: As vitaminas antioxidantes (Vitamina A, C e E, assim como o folato e o selênio). O que as torna bem interessante é o fato de terem ação direta na vida e formação de células, por terem ação protetora contra os radicais livres, responsáveis:
1) Pelos danos ao DNA,
2) Regulação da diferenciação celular e , conseqüentemente
3) Inibição do crescimento de células mamárias cancerígenas.
A vitamina antioxidante que eu considero a principal contra o câncer de mama é a VITAMINA A. Estudos demonstraram que ela bloqueia a fase inicial e previne um aumento de células com características de malignidade, principalmente do câncer de mama. Além disso, os carotenóides, têm ação de inibir um ativador pró-carcinogenes (citocromo P450).
O silêncio é outro que merece destaque, ele é componente de uma importante enzima antioxidante (glutationa peroxidase), que inibe de maneira direta a proliferação de células epiteliais.
O folato, esta envolvido na síntese e metilação do DNA, ou seja na formação e vida das células, várias frentes da nutrição e da medicina sugerem que altas doses deste mineral reduzem risco direto de vários tipos de câncer, incluindo o de mama.
Fitoquímicos
Um dos fitoquímicos mais estudado em relação ao Câncer de mama são os fitoestrogenos, principalmente a Isoflavona, as soja. Existem algumas opiniões contraditórias em relação a sua ação. Alguns estudos demonstraram ação protetora no desenvolvimento de tumores mamários, por competirem com estrogênios e também o tornando menos ativo. Porém, outras publicações afirmam que a isoflavona pode estimular a ação estrogêrnica, elevando crescimento celular.
Na minha opinião, o que considero válido é o consumo moderado deste alimento quando fermentado. “Então se for consumir soja, consuma na forma de tofu ou missô. E não há a necessidade de consumo diário, mantenha em sua rotina de maneira equilibrada. E se o câncer já foi diagnosticado, evite seu consumo!”
Outro fitoquímico bem interessante é a Lignana, presente na linhaça. A respeito da lignana, seu efeito no câncer de mama é positivo na prevenção e no tratamento. “Consuma diariamente a linhaça!”
Os isocianatos, encontrados nos vegetais crucíferos, como brócolis, couve-flor, repolho, couve de bruchelas, apresentam também ação quimiopreventiva, ou seja são eficazes no tratamento do Câncer de mama. “Portanto seu consumo pode ser diário também”.
E finalmente o dialilssufeto, tico na cebola, alho, alho porró e cebolinha tem demonstrado ação super positiva na inibição de diferentes tipos de câncer, incluindo o mamário. Porém é ideal que eles estejam crus!
Portanto vamos fazer um resuminho:
Para evitar o câncer de mama consuma:
1) Alho, cebola, cebolinha e alho porró
2) Frutas, legumes e verduras, principalmente os de vermelhos, amarelos e alaranjados, como cenoura, abóbora, mamão, morango, mirtilho, amora, damasco.
3) As brássicas, brócolis, couve-flor, repolho, couve de Bruxelas,
4) Tofu e missô,
5) Salmão, atum, sardinha, óleos vegetais (de linhaça, de macadâmia, de gergelim).

Fonte: PINHEIRO, R L, PADILHA, P C. O papel dos Alimentos Funcionais na Prevenção e Controle do Câncer de Mama, Revista Brasileira de Cardiologia, ed 50(3): p 251-260, Rio de Janeiro, 2004
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Cuidando da minha saúde: Equipe Oncoguia

Como posso prevenir o câncer? É possível detectá-lo precocemente? Quais são os principais fatores de risco para o surgimento do câncer? Como devo cuidar de minha saúde e da saúde daqueles que eu amo?
Você poderá encontrar as respostas para estas perguntas utilizando e pondo em prática o que você irá ler a seguir.
Prevenção do Câncer
Algumas pesquisas vêm comprovando que, aproximadamente, um terço das mortes por câncer está relacionado a hábitos de vida Não-Saudáveis, como o consumo de tabaco, álcool em excesso, dietas ricas em gorduras, sedentarismo, entre outros. Abaixo selecionamos algumas dicas para você adotar algumas mudanças de atitudes, proporcionando assim qualidade de vida e bem-estar, longe do câncer:
Diga não ao cigarro
Você sabia que um cigarro contém mais de 4700 substâncias tóxicas? Sim, o cigarro está intimamente relacionado ao câncer de pulmão, garganta, boca e esôfago. Mais de 80% dos casos de câncer de pulmão tem direta relação com o consumo de cigarro.
Conviver com fumantes também pode lhe trazer problemas respiratórios e até mesmo algum risco de desenvolvimento de câncer.
Parar de fumar é a decisão mais importante que alguém pode tomar para proteger e cuidar da sua saúde e da saúde de quem ama. Se você só puder mudar um hábito, mude este. Pare de fumar agora mesmo.
Beba com moderação
Uma taça de vinho pode fazer bem ao coração, mas a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas prejudica a memória, enfraquece o sistema imunológico e aumenta a incidência de doenças hepáticas. Para as mulheres, o álcool está ligado a um risco maior de câncer de mama.
Alimentação saudável
Para algumas pessoas, essa atitude pode até parecer uma lição bem simples já que, atualmente existe vasta informação disponível sobre o que comer, de que forma, quais as melhores opções, diet e light ... ser vegetariano, comer ou não carne ...
Você sabia que por ano 1/3 de todos os diagnósticos de câncer estão relacionados a uma alimentação incorreta e inadequada? Sendo assim, o que precisamos fazer para mantermos uma vida saudável longe do câncer?
Em primeiro lugar, devemos comer menos gordura, principalmente a animal. O ideal é diminuir, aos poucos, o açúcar e também o sal. Lembre-se: Nada em excesso faz bem.
Segundo lugar, é necessário comer ao menos 5 porções por dia de verduras, legumes e frutas.
Já a terceira orientação é o seguinte: Tenha sempre na sua alimentação grãos (pães e cereais) e feijão.
Exercite-se regularmente!
A inserção do exercício na sua vida diária é fundamental. A atividade física além de contribuir com a redução do estresse, ajuda no controle e/ou manutenção do seu peso, reduzindo o risco de desenvolver câncer e outras doenças crônicas, como a pressão alta. O exercício físico ajuda a melhorar a autoestima e combate o envelhecimento precoce.
Para iniciar, basta 30 minutos por dia, 3 vezes por semana. Acredite você vai sentir diferença na sua saúde e bem-estar. Mas atenção! Antes de começar procure o seu médico de confiança, ou um cardiologista, são eles que poderão orientar melhor a quantidade e intensidade de exercícios que você poderá realizar.
Durma bem. Sim, o sono é fundamental
Boas noites de sono são fundamentais para a manutenção do sistema imunológico e para ajudar a mente e o corpo se recuperarem do estresse do dia-a-dia. Verifique a densidade do colchão e a qualidade do travesseiro, se não estiverem adequados ao seu peso e sua altura pode provocar dores de cabeça e problemas na coluna.
Proteja a sua pele! Use filtro solar todos os dias
Use filtro solar todos os dias, no mínimo fator de proteção número 15. Não importa se o dia está nublado ou a cor da sua pele, isso vale para todos: homens e mulheres, crianças e adultos.
A superexposição aos raios solares é a maior causa dos cânceres de pele, incluindo o mais sério, que é o melanoma. Observe sempre a pele de todo seu corpo, incluindo o couro cabeludo (peça para alguém lhe ajudar). Pintas escuras com bordas irregulares não são normais. Caso tenha alguma dúvida, não espere, marque uma consulta imediatamente com o médico dermatologista.
Pratique sexo seguro!
O câncer de útero está relacionado ao HPV (o HPV é um vírus sexualmente transmissível). Atualmente, é crescente o número de mulheres contaminadas com o HPV (a porcentagem é de 3 em cada 4 mulheres). As mulheres infectadas com o vírus possuem um risco aumentado de desenvolver o câncer de útero.
Para as mulheres com vida sexual ativa, a melhor prevenção é a realização dos exames de rotina (ultra-som e Papanicolaou) todos os anos e principalmente não deixar de usar a camisinha. O médico que poderá solicitar esses exames para você é o ginecologista. Para os homens, o uso de camisinha é fundamental a partir do início da atividade sexual. A partir dos 50 anos, todo homem deve fazer uma visita anualmente ao médico urologista.
Controle o seu estresse
Aqui vale fazer de tudo para melhorar o seu humor.
O que faz você feliz? O que você gosta de fazer e anda esquecendo ou deixando de lado? O que está tirando sua concentração ou lhe deixando irritado?
Para controlar o estresse é importante também verificar as condições do seu trabalho: A posição da cadeira, do computador... Isso pode influenciar no seu estresse também, por isso: Cuide-se!
Outra boa forma de cuidar do estresse é cultivando as amizades...
Vocês sabiam que pessoas com uma boa rede social são mais felizes e vivem mais do que as mais solitárias? Alguns estudos científicos mostram que fazer novos amigos ajuda a diminuir os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse.
Faça exames e controles regularmente
Atualmente, existem muitos exames que detectam o câncer precocemente, isto é, muito importante, afinal, só assim podemos falar em cura do câncer.
Converse com o seu médico sobre quais exames são os mais aconselhados para o seu caso considerando a sua história familiar, a sua idade e estilo de vida, de forma geral, mulheres devem anualmente visitar o ginecologista, fazer a mamografia e o Papanicolaou. Já os homens, com mais de 50 anos, devem visitar o urologista anualmente.
Cuide de sua saúde você é responsável por ela.
Cuide dos seus sentimentos
Como você tem se sentido ultimamente?
Você já se perguntou se esta feliz? Ou será que esta infeliz? Você tem se sentido deprimida ou deprimido? Se sim, você pode procurar a ajuda de um psicólogo.
Cuidar dos seus sentimentos é muito importante. Não os deixe de lado!
Mantenha uma alimentação saudável
É muito importante que você consiga adotar hábitos alimentares saudáveis no seu dia-a-dia. Por isso, selecionamos algumas dicas para você.
Sempre que possível, faça pequenas refeições ao longo do dia.
Mantenha intervalos regulares entre as refeições.
Mastigue bem, e lentamente, todos os alimentos.
Faça uma alimentação balanceada rica em frutas, legumes, verduras, carboidratos e proteínas.
Beba bastante líquido.
Atividade Física
Inúmeros estudos já comprovaram a eficácia da atividade física como um dos itens que ajudam na prevenção do câncer. Para iniciar sua atividade com mais segurança, consulte seu médico.
Escolha as atividades que você realmente goste;
Selecione horários e opções compatíveis com seu estilo de vida;
Nos primeiros meses, objetive valores como prazer, sucesso na realização das atividades, satisfação pessoal, etc;
Incorpore a atividade física ao seu dia a dia: ande mais a pé, suba mais escadas, pratique mais esportes etc;
Se possível, selecione as atividades que possam ser realizadas com seus amigos e/ou família.
A importância do sono
Uma boa noite de sono é mais importante do que imaginamos. Quando dormimos bem, acordamos descansados e temos energia para lidar com as situações durante o dia. Dormir é muito significativo para a nossa qualidade de vida. Existem várias maneiras de favorecer um sono de boa qualidade, aqui estão algumas sugestões:
Não coma ou beba alimentos com cafeína a partir do final da tarde.
Se você gosta de esportes, faça os exercícios físicos de manhã ou de tarde, nunca de noite, pois o nosso corpo produz muita endorfina durante a ginástica, que nos enche de energia e não nos deixa dormir.
Antes de apagar completamente a luz, leia um livro ou ouça uma música que acalme, assim, você vai informando o cérebro que é hora de dormir.
Fonte: Oncoguia, disponível em: http://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=8&id=234&menu=8
Oncologia:Prevenção e Fatores de Risco

O termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, adquirir uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco. Em contrapartida, há fatores que dão ao organismo a capacidade de se proteger contra determinada doença, daí serem chamados fatores de proteção.
Dois pontos devem ser enfatizados em relação aos fatores de risco: primeiro, que o mesmo fator pode ser de risco para várias doenças (por exemplo, o tabagismo, que é fator de risco para diversos cânceres e doenças cardiovasculares e respiratórias); segundo, que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem (gênese) de uma mesma doença (agentes causais múltiplos). O estudo dos fatores de risco, isolados ou combinados, tem permitido estabelecer relações de causa-efeito entre eles e determinados tipos de câncer.
A multicausalidade é frequente na formação do câncer (carcinogênese). Pode ser exemplificada pela associação entre álcool, tabaco e residência na zona rural e o câncer de esôfago, e entre álcool, tabaco, chimarrão, churrasco e o cozimento de alimentos em fogão a lenha e o câncer da cavidade bucal. A interação entre os fatores de risco e os de proteção a que as pessoas estão submetidas pode resultar, ou não, na redução da probabilidade delas adoecerem. Nestas associações, os fatores de proteção determinados foram, respectivamente, o consumo de frutas cítricas e vegetais ricos em caroteno.
Nem sempre a relação entre a exposição a um ou mais fatores de risco e o desenvolvimento de uma doença é reconhecível facilmente, especialmente quando se presume que a relação se dê com comportamentos sociais comuns (o tipo de alimentação, por exemplo). Nas doenças crônicas, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de exposição única (radiações ionizantes, por exemplo) ou contínua (radiação solar ou tabagismo, por exemplo) aos fatores de risco. Por isso, é importante considerar o conceito de período de latência, isto é, o tempo decorrido entre a exposição ao fator de risco e o surgimento da doença.
Os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, ser herdados ou representar hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.
A maioria dos casos de câncer (80%) está relacionada ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco. Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins), o ambiente de consumo (alimentos, medicamentos), o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).
As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os "hábitos" e o "estilo de vida" adotados pelas pessoas, podem determinar diferentes tipos de câncer
São raros os casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários, familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante papel na oncogênese. Um exemplo são os indivíduos portadores de retinoblastoma que, em 10% dos casos, apresentam história familiar deste tumor.
Alguns tipos de câncer de mama, estômago e intestino parecem ter um forte componente familiar, embora não se possa afastar a hipótese de exposição dos membros da família a uma causa comum. Determinados grupos étnicos parecem estar protegidos de certos tipos de câncer: a leucemia linfocítica é rara em orientais, e o sarcoma de Ewing é muito raro em negros.
Fonte:http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=13
Transtorno Espectro Autista - Procurando Sensações ?

Procurando sensações?
Busca ou Procura Sensorial compreende a necessidade de obter estimulos mais intensos, com maior duração e maior frequência para poder responder a eles.
A criança está em constante movimento,procurando atividades como correr, pular, balanceio, emitir sons estranhos, bater mãos e pés, rodar e aproximar objetos em frente os olhos, jogar-se no chão, trombar em paredes, morder-se, atirar objetos, rodar em algo ou de si próprio...
Alguns autores levantaram a hipótese de que comportamentos repetitivos ou estereotipados possam estar relacionados com padrões de BUSCA SENSORIAL que geram comportamentos repetitivos e limitados.
Nas crianças com Transtorno Espectro autista (TEA), dentre padrões de busca sensorial, tem sido relatados com maior frequência busca proprioceptiva ( trombar em objetos, bater, morder, colocar em lugares restritos e busca auditiva ( produção por ruídos ou sons intermitentes) sem contexto.
A necessidade de buscar estimulos em maior quantidade, duração e frequência exacerba o comportamento exploratório, o que pode limitar o aprimoramento de funções cognitivas como atenção e concentração,por exemplo.
Fonte:TEA, Aline Momo e Cláudia Silvestre
UM SENTIDO POUCO CONHECIDO - PROPRIOCEPÇÃO

A maioria das crianças aprende que temos cinco sentidos:
visão, audição, olfato, tato e gustação. Há entretanto outros sentidos muito importantes que não estão incluidos nesta lista.
Consciência da posição do corpo, ou “propriocepção” é um desses sentidos.
Propriocepção é o sentido que faz com que nosso cérebro desenvolva um mapa interno do corpo de modo que possamos fazer atividades sem precisar monitorar tudo visualmente o tempo todo. A maioria das pessoas ignora a existência desse sentido. Isso é um problema particularmente sério quando ele não funciona bem. Se nem ao menos temos consciência de que o sentido existe, é muito difícil entender problemas relacionados a ele.
Assim como nossos olhos e ouvidos mandam informação sobre o que vemos e ouvimos para o cérebro, partes dos nossos músculos e articulações percebem a posição do nosso corpo e mandam essa informação para o cérebro. Dependemos dessa informação para saber exatamente onde as partes do nosso corpo estão e para planejar movimentos.
Quando o sentido de propriocepção funciona bem, constantemente fazemos ajustes automáticos em nossa posição. Este sentido nos ajuda a manter posição adequada em uma cadeira, segurar utensílios tais como uma caneta ou garfo de maneira adequada, julgar como manobrar no espaço de modo a não bater nas coisas, a que distância temos de estar das pessoas para não ficar perto demais, quanta pressão colocar para evitar quebrar um lápis ou um brinquedo e a mudar as ações que não foram bem sucedidas tais como jogar uma bola em um alvo.
Como a propriocepção nos ajuda com funções tão básicas, um problema nesse sistema pode nos causar bastante dificuldade. O que geralmente acontece é que a criança tem de prestar atenção em coisas que deveriam acontecer automaticamente. Também pode ter de usar visão para “descobrir” como fazer os ajustes. Isso pode necessitar muita energia. A criança pode se sentir desajeitada, frustrada e até sentir medo em algumas situações. Por exemplo, pode ser muito assustador descer escadas se você não sabe onde estão os seus pés.
O sistema proprioceptivo é ativado através de atividades de puxar/empurrar, pular e atividades que envolvem peso e pressão firme ou toque profundo.
Estes são alguns exemplos de atividades proprioceptivas. Elas podem ser úteis para ajudar seu filho a se conscientizar mais da posição de seu corpo e se tornar mais calmo e organizado.
-Deixe a criança ajudar em “trabalho pesado” tal como carregar compras, carregar a cesta de roupa suja, levar o lixo para fora.
- Brinque de “acampar” e ponha saquinhos de arroz e feijão na mochila da criança. Finja que está subindo montanhas e pulando de rochas no parque ou no quintal.
- Faça um “sanduiche” de seu filho entre as almofadas do sofá. Adicione pressão fingindo por pickles, maionese.
- Faça com que a criança feche os olhos e sinta onde estão suas pernas, mãos, etc. Pergunte se estão para cima ou para baixo. Tente fazer com que assuma várias posições sem olhar, tal como rolar-se como uma bola, tocar seu nariz, fazer um círculo com seus braços e fazer um X com braços e pernas.
-Faça uma massagem suave mas firme
Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/UM%20SENTIDO%20POUCO%20CONHECIDO%20-%20PROPRIOCEP%C3%87%C3%83O
domingo, 15 de abril de 2012
Integração Sensorial - O mundo que eu sinto

O MUNDO QUE EU SINTO
A teoria e abordagem de Integração Sensorial enquadra a avaliação dos níveis de desenvolvimento e determina se o processamento sensorio-motor está deficitário ou incapacitado. A abordagem de Integração Sensorial parece o brincar, porque é a forma da criança aprender e se desenvolver. No entanto, as actividades propostas são cuidadosamente seleccionadas para estimular o desenvolvimento em áreas de desempenho deficitárias. Apesar de os pais e outros profissionais poderem fazer muitas destas actividades com as crianças, o Terapeuta Ocupacional está treinado para o fazer de forma a se dirigir a áreas de necessidades especiais. A Integração Sensorial é necessária para o planeamento e coordenação motora. O equilíbrio e o esquema corporal também estão altamente influenciados pela Integração Sensorial. Mesmo a atenção, a estabilidade emocional e a auto-estima estão relacionados com os processos neurofisiológicos de Integração Sensorial.
A Integração Sensorial pode ser vista como um continuum, em que algumas pessoas possuem um alto grau de actividade sensório-integrativa e outras um grau menor. A falta ou perturbação deste processo interfere com o desenvolvimento global e, por isso, necessita de intervenção. É recomendado que se elabore uma avaliação sistematizada e continua cuidadosa de forma a determinar que aspectos do processo de Integração Sensorial necessita de intervenção.
A Integração Sensorial serve duas funções principais:
Protege-nos da sobre-estimulação através da selecção de informação sensorial em função da actividade a desempenhar e do contexto, ignorando determinados estímulos e reagindo a outros;
Ajuda-nos a interagir e a aprender com o ambiente que nos envolve.
Devem ser realizados teste formais e observações na vida quotidiana para se obter um perfil sensorio-integrativo completo das características da criança.
Apesar desta abordagem também exigir formação especializada, o aluno de Terapia Ocupacional deve adquirir um conjunto de competências básicas para a avaliação e intervenção em Integração Sensorial.
Neste sentido, pretende-se promover:
Formação básica para a aplicação dos princípios da Teoria de Integração Sensorial, na avaliação e intervenção em crianças com alterações do desenvolvimento sensório-motor e perceptivo-cognitivo.
Formação pós-graduada na aplicação de testes específicos para avaliação das capacidades sensório-integrativas, com tutores reconhecidos a nível nacional e internacional.
Formação pós-graduada avançada na implementação dos princípios da Teoria de Integração Sensorial com tutores reconhecidos, nacionais e internacionais
OBJECTIVOS:
Compreender a influência da informação vestibulo-proprioceptiva no desenvolvimento e na construção do esquema corporal.
Desenvolver formas de avaliação dos níveis de informação vestíbulo-proprioceptiva e do seu impacto no desempenho ao nível das actividades de brincar e de aprendizagem.
Intervenção em crianças com atrasos globais do desenvolvimento.
Intervenção em crianças com aspectos etiológicos específicos, nomeadamente a prematuridade.
Intervenção em crianças com alterações do neurodesenvolvimento, com especial incidência nos aspectos motores.
Compreender os fenómenos sensório integrativos decorrentes da intervenção, considerando:
Formas de receber a informação sensorial
Formas de interacção entre os diferentes inputs de informação sensorial concorrentes para uma percepção do meio envolvente
Formas de organização de respostas adaptativas e efectivação da acção motora, como base do comportamento no meio envolvente.
Medir a influência da intervenção sensório-integrativa no desempenho em actividades contextualizadas, nomeadamente no envolvimento em actividades da vida diária, em actividades de brincar e em actividades académicas.
Conhecer e compreender quais as respostas, no âmbito da Terapia Ocupacional, para as crianças (com mais de 6 anos) e adolescentes com diagnóstico de Perturbação do Espectro Autista e Deficiência Mental e qual o seu impacto no envolvimento em ocupações.
LINHAS DE INVESTIGAÇÃO
Promover a constituição de um grupo de trabalho, constituído por docentes, alunos e profissionais a intervir na área das disfunções sensório-integrativas;
Familiarizar com os conceitos teóricos subjacentes à Integração sensorial;
Desenvolver uma percepção técnico-científica do impacto das disfunções sensório-integrativas no desempenho da criança aos diferentes níveis e contextos de participação;
Familiarizar com as metodologias de avaliação e desenvolver estudos de validação de instrumentos destinados à identificação e descrição dos problemas sensório-integrativos;
Desenvolver metodologias de intervenção objectivadas pela identificação dos problemas de disfunção sensório-integrativa e enquadrar os resultados da intervenção à luz dos conceitos teóricos da neurociência e neurodesenvolvimento;
Articular com as instituições de integração sócio-educativa no sentido de perceber o impacto da intervenção sensório-integrativa e adequar as metodologias utilizadas.
Fonte:http://toestsp.wordpress.com/integracao-sensorial/
Apraxia


A apraxia é uma desordem neurológica que se caracteriza por provocar uma perda da habilidade para executar movimentos e gestos precisos, apesar do paciente ter a vontade e a habilidade física para os executar a tarefa. Apraxia é o prejuízo na capacidade de executar atividades motoras, apesar de as capacidades motoras, função sensorial e compreensão estarem intactas para a tarefa exigida.
Na realidade Apraxia é a perda da capacidade de executar eficientemente a intenção para um ato para um determinado fim, mas não há comprometimento anatômico das estruturas cerebrais envolvidas na execussão desse ato (seja ele da musculatura voluntária, da fala, da mímica, etc).
Eles apresentam prejuízo em sua capacidade de demonstrar com mímica o uso de objetos (por ex., pentear os cabelos) ou de executar atos motores conhecidos (por ex., acenar dizendo adeus).
A apraxia pode contribuir para déficits nos atos de cozinhar, vestir-se e desenhar. As perturbações na habilidade motora podem ser testadas pedindo que o indivíduo execute funções motoras.
Praxis é quando você pensa,eu quero colocar a minha calça,então o seu cérebro diz aos seus músculos quais medidas que precisam para realizar esta tarefa.
Quando você tem apraxia, você tem dificuldade do seu cérebro realizar o comando os seus músculos para realização da tarefa.
O termo pode ser usado para outras tarefas relacionadas, como, apraxia na fala, apraxia oral e apraxia para vestir.
Dicas de atividades para trabalhar o planejamento motor:
objetivo do jogo de balão é manter no ar e não deixar cair no chão.Pode jogar na postura sentada ou em pé
o objetivo do jogo de bola é jogar a bola sobre a mesa e pegar bola dentro do copo sem deixar cair no chão.Esta atividade trabalha acompanhamento visual enquanto observa a bola em sua direção e também controle motor e velocidade motora.
o objetivo do jogo de dominó é alinhar em fileira corretamente e depois derrubá-los.Exige uma precisão motora e boa habilidade perceptiva visual.
o objetivo do jogo saco espionagem-colocar pequenos objetos e cereais e selado com fita adesiva.A criança,então tem que se deslocar as peças dentro do saco e encontrar todos os objetos através desta pequena janela.
o jogo Twister é uma atividade ótima para trabalhar planejamento motor e habilidades motoras grossas.
Fonte:http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/Apraxia
4 dicas para o dia a dia da criança autista

1. Trabalhe para a independência de seu filho.
Incentive seu filho a se vestir sozinho. Uma técnica muito utilizada é começar deixando apenas o último passo para ele. Se estiver ensinando a vestir uma camiseta, coloque tudo e deixe apenas que ele puxe para passar a cabeça; se for uma calça, coloque as pernas e deixe que ele a puxe até a cintura. Assim ele entenderá que a ação era vestir a peça. Vá retrocedendo em pequenos passos até que ele execute a ação de forma inteiramente independente.
Incentive-o também, da mesma forma, a se servir, comer, beber e assim por diante.
Ao fazer isto, fique calma e elogie tranquilamente cada pequeno avanço. Não fale mais que o necessário e evite irritar-se com pequenos retrocessos. Pense que neste momento você é mais que um pai e uma mãe. Você é um pai ou uma mãe que está cumprindo um papel muito importante para seu filho.
2. Estabeleça rotinas que facilitem a organização de seu filho.
A criança autista tem uma tendência muito grande a se fixar em rotinas. Você pode utilizar isso a favor da tranquilidade da mesma. Por exemplo, para organizar uma boa noite de sono, em horários pré-fixados, dê o jantar, o banho, vista o pijama, coloque-a na cama e abaixe a luz. A ordem pode ser esta ou alguma outra um pouco diferente, de acordo com sua preferência.
Nada melhor para enfrentar um dia duro de trabalho que uma boa noite de sono. E uma rotina para encerrar o dia funciona bem para a maioria das pessoas.
Mas tente fazer isto de uma forma natural para encerrar o dia de seu ilho, e não um ponto de atrito entre membros da família.
3. Ensine seu filho a quebrar rotinas.
Faça pequenas mudanças na vida diária, no começo de preferência uma de cada vez. Mude o lugar de seu filho à mesa, tente variar a comida, colocar a TV em um canal que não seja o preferido dele, mude o caminho de ir à escola. As rotinas não são imutáveis, e é melhor que seu filho aprenda isto desde cedo.
Você pode achar paradoxal, mas ao mesmo tempo em que a rotina é importante, é importante também aprender a aceitar mudanças.
4. Frequente locais públicos com seu filho.
Se seu filho é pequeno, dê preferência a parques públicos onde ele possa brincar em atividades necessárias para qualquer criança - principalmente para ele - como escorregar, balançar-se, pendurar-se, etc.
Se ele for maior, faça caminhadas em parques, será muito bom tanto para você quanto para ele. É importante frequentar locais públicos com seu filho, mesmo porque algumas vezes isto é inevitável. Se você tiver oportunidade de organizar-se neste sentido, depois de algum tempo vai perceber que realmente valeu a pena.
Fonte: Autismo - Guia Prático (Ana Maria S. Ros de Mello)
Blog http://www.soumaedeautista.blogspot.com
A importância da Terapia Ocupacional na Oncologia

A terapia ocupacional pode ser definida como um campo de conhecimento e de intervenção em saúde, em educação e na esfera social que reúne tecnologias orientadas para a emancipação e autonomia de pessoas que, por diversas razões ligadas a problemáticas específicas (físicas, mentais, sensoriais, sociais), apresentam – temporária ou definitivamente – limitações funcionais e/ou dificuldades na inserção e participação na vida social.
O papel do terapeuta ocupacional em oncologia é o de facilitar e permitir que a paciente possa atingir o máximo de sua capacidade funcional, tanto física quanto emocional, em sua vida cotidiana, independentemente da esperança de vida. Ressaltando que essa capacidade funcional deve estar relacionada às atividades que tenham significado na vida da paciente, que sejam importantes para ela.
O terapeuta ocupacional pode atuar em diversos locais, como hospitais, ambulatórios, centros de reabilitação, unidades básicas de saúde, consultórios particulares, associações filantrópicas e quando necessário realiza também atendimento domiciliar.
A abordagem da terapia ocupacional dependerá tipo de câncer, estágio da doença e local do tratamento, porém os principais objetivos são manter ao máximo a qualidade de vida da paciente, com autonomia e independência.
Uma pessoa pode se beneficiar da intervenção da terapia ocupacional em qualquer fase da doença, a partir de um diagnóstico primário, nas tentativas de tratamento curativo, paliativo e, finalmente, na fase final de vida.
para tanto são utilizadas diversas técnicas e recursos, como:
Orientação, desenvolvimento ou treino das atividades da vida diária (atividades relacionadas aos cuidados pessoais, como a alimentação, vestuário e higiene pessoal);
Orientação, desenvolvimento e treino das atividades instrumentais da vida diária e profissional (atividades relacionadas aos cuidados com a casa, atividades extradomiciliares, como ir ao supermercado ou banco e profissionais);
Exercícios físicos (afim de previnir perda motora, manter e/ou melhorar a amplitude de movimentos);
Técnicas para controle da dor e fadiga;
Abordagens corporais (conscientização corporal e relaxamento);
Realização de atividades manuais, expressivas ou lúdicas;
Promoção de interação social (através de realização de grupos de atividades e estimulação das atividades de lazer);
Indicação e confecção de órteses quando necessário (órteses são aparelhos que tem função de estabilizar ou imobilizar, prevenir ou corrigir deformidades);
Indicação e confecção de adaptações – tecnologia assistiva (recursos que promovem independência e função, como por exemplo uma colher com cabo engrossado para facilitar a preensão palmar).
Os atendimentos de terapia ocupacional podem ser realizados individualmente ou em grupo. E a participação da família ou cuidadores é de fundamental importância no processo de terapia ocupacional e os mesmos sempre são incentivados a participar do tratamento.
Na atenção à paciente oncológica o terapeuta ocupacional estará sempre atento em não esquecer que por trás da paciente, há uma MULHER, que pode ser uma mãe, uma esposa, uma estudante, uma profissional, uma pessoa que deve ser atendida em todas as suas necessidades.
Márcia Regina de Assis, Terapeuta Ocupacional
Fonte:http://www.inana.com.br/a-importancia-da-terapia-ocupacional/
Miomagneto

O Miomagneto é um equipamento sensório-motor ativador dos movimentos funcionais da coordenação olho-mão e também de vários grupos musculares do corpo, como por exemplo, cintura escapular e pélvica, tronco, membros inferiores e pés. É um equipamento versátil com características e propriedades importantes que permite ajustes variados de acordo com a função proposta e a musculatura a ser funcionalmente ativada.
Todas as circulares do equipamento podem ser mudadas de local, de acordo com o movimento funcional.
Observação: O terapeuta deve estar ciente da musculatura a ser trabalhada para atingir o objetivo desejado.
Disponível nos tamanhos PP, P, M. G, GG e GX.Garantia: 04 meses (contra defeitos de fabricação).
Todas as imagens são de caráter ilustrativo. Alterações de modelo, preço e condições de pagamento poderão ocorrer sem aviso prévio.
Patente requerida.
Atenção: Devido a diferença de ICMS por estado, o valor desse produto pode sofrer alteração no estado de origem. Essa diferença é por conta do comprador
Todas as circulares do equipamento podem ser mudadas de local, de acordo com o movimento funcional.
Observação: O terapeuta deve estar ciente da musculatura a ser trabalhada para atingir o objetivo desejado.
Disponível nos tamanhos PP, P, M. G, GG e GX.Garantia: 04 meses (contra defeitos de fabricação).
Todas as imagens são de caráter ilustrativo. Alterações de modelo, preço e condições de pagamento poderão ocorrer sem aviso prévio.
Patente requerida.
Atenção: Devido a diferença de ICMS por estado, o valor desse produto pode sofrer alteração no estado de origem. Essa diferença é por conta do comprador
Standarte


O Standarte é um equipamento multifuncional, compacto e prático. Com vários acessórios removíveis o Standarte é voltado para o tratamento de indivíduos portadores de disfunção neuromotora, disfunção de postura e coordenação de movimentos, dificuldades escolares ou de aprendizado, disfunções sensoriais, sindromes, etc.
Ativa e melhora a qualidade dos movimentos funcionais do corpo através de estímulos adequados e organizados dirigidos aos sistemas músculo esquelético, sensorial e percepto cognitivo.
Saiba mais sobre o Standarte clicando aqui
Peso aprox. do produto: 45 Kg.
Garantia: 06 meses (contra defeitos de fabricação).
Todas as imagens são de caráter ilustrativo. Alterações de modelo, preço e condições de pagamento poderão ocorrer sem aviso prévio.
Patente requerida.
Atenção: Devido a diferença de ICMS por estado, o valor desse produto pode sofrer alteração no estado de origem. Essa diferença é por conta do comprador.
Ativa e melhora a qualidade dos movimentos funcionais do corpo através de estímulos adequados e organizados dirigidos aos sistemas músculo esquelético, sensorial e percepto cognitivo.
Saiba mais sobre o Standarte clicando aqui
Peso aprox. do produto: 45 Kg.
Garantia: 06 meses (contra defeitos de fabricação).
Todas as imagens são de caráter ilustrativo. Alterações de modelo, preço e condições de pagamento poderão ocorrer sem aviso prévio.
Patente requerida.
Atenção: Devido a diferença de ICMS por estado, o valor desse produto pode sofrer alteração no estado de origem. Essa diferença é por conta do comprador.
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